top of page

CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO

SOBRE O CURSO

Formar profissionais que sejam especialistas em promover a pacificação social. Este é o principal objetivo o Curso de Conciliação e Mediação. Os agentes que têm esta formação são peças essenciais para facilitar a comunicação entre interesses opostos.
Este curso tem como objetivo transmitir informações teóricas gerais sobre a Mediação e a Conciliação, em como vivência prática para aquisição do mínimo de conhecimento que torne o corpo discente apto ao exercício da Conciliação e da Mediação, no âmbito Judicial e Extrajudicial;
Promover a capacitação de cidadãos cíveis, servidores públicos, advogados, psicólogos, assistentes sociais, corretores de imóveis e demais membros da comunidade para atuarem como conciliadores e
mediadores judiciais e extrajudiciais;
E como objetivos específicos:
* Difundir a prática de métodos adequados de resolução de conflitos como atividade de gestão sócio educacional;
* Colaborar para o desenvolvimento da pacificação social e humanização da justiça;
* Promover a introdução sobre as diferentes formas não adversariais de solução de conflitos com noções básicas sobre o conflito e a comunicação, disciplina normativa sobre o tema, experiências nacionais e internacionais, assegurando a compreensão dos objetivos da política pública de tratamento adequado de conflitos;

DURAÇÃO

100 HORAS

MODALIDADE:

AO VIVO | EAD

CATEGORIA

INTENSIVOS

CERTIFICAÇÃO CONFERIDA

CERTIFICADO DE CONCLUSÃO

Seja um profissional em

CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO

O PROFISSIONAL

Os profissionais de conciliação, mediação e arbitragem têm semelhanças em diversos pontos e requisitos e atuação. Uma das mais importantes é a inteligência emocional, pois os desafios e situações apresentadas pelas partes podem prejudicar a imparcialidade dos responsáveis pela condução desses procedimentos.

Outro atributo importante é a comunicação. Nos três procedimentos a linguagem é a principal ferramenta e trabalho. E o profissional deve desenvolver tanto a capacidade de expressão como de escuta.

Ademais, criatividade e adaptabilidade são atributos importantes. Assim como o advogado muitas vezes é surpreendido com novas situações e características nos conflitos, os conciliadores, mediadores e árbitros precisam ter flexibilidade para lidar com imprevistos e buscar soluções diferenciadas.

ÁREAS DE ATUAÇÃO

Mediação Tradicional

Na mediação tradicional, ou facilitadora, um mediador profissional tenta facilitar a negociação entre as partes em conflito. Em vez de fazer recomendações ou impor uma decisão, o mediador incentiva os participantes a alcançar sua própria solução de maneira voluntária, explorando os interesses mais profundos. A mediação tradicional é baseada no modelo de Harvard, em que são estabelecidos critérios justos, são diferenciadas as posições de interesses e separadas as pessoas dos problemas.

10-Características-que-o-profissional-de-RH-deve-ter.jpg

Mediação Judicial

Embora a mediação seja tipicamente definida como um processo completamente voluntário, ela pode ser determinada por um tribunal interessado em promover um acordo rápido e econômico. Quando as partes e seus advogados relutam em se dedicar à mediação, suas chances de se reconciliarem por meio da mediação judicial são baixas, pois elas podem estar apenas obedecendo aos rituais do processo. Mas quando as partes vêem os benefícios de se envolver na mediação, as taxas de liquidação são muito mais altas

10-Características-que-o-profissional-de-RH-deve-ter.jpg

Mediação Avaliativa

Em contraste direto com a mediação facilitadora está a mediação avaliativa, um tipo de mediação na qual os mediadores têm maior probabilidade de fazer recomendações e sugestões e de expressar opiniões. Em vez de focar principalmente nos interesses subjacentes das partes envolvidas, é mais provável que os mediadores avaliadores ajudem as partes a avaliar os méritos legais de seus argumentos e fazer determinações justas. A mediação avaliativa é mais frequentemente usada na mediação judicial, e os mediadores avaliativos geralmente são advogados com experiência jurídica na área da disputa.

10-Características-que-o-profissional-de-RH-deve-ter.jpg

Mediação Circular Narrativa

Esse modelo, proposto por Sara Cobb, leva em consideração as narrativas das partes sobre o problema enfrentado e o mediador busca encontrar uma narrativa comum que seja aceita por todos os envolvidos. O modelo parte do princìpio que todas as pessoas constroem narrativas que representam suas relações e justificam seus argumentos. Procura, evitar determinismos, não assumindo que as pessoas possam ser intrinsecamente agressivas, frágeis, boas, ou depressivas, por exemplo, mas que desenvolvem esses comportamentos a partir de suas experiências de vida.

bottom of page